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Qual é a real importância do papel da mãe?

Começamos a ser mãe quando descobrimos o positivo ou quando começamos a preencher a papelada para a adoção. Não importa se mãe da barriga ou do coração, todas passamos por medos de não sermos suficientemente boas o bastante para suprir as necessidades dos filhos. Sempre estamos questionando o nosso papel como mãe e se estamos dando ou não o nosso melhor.

Sabemos que é um amor que transborda do coração e que não cabe dentro do peito, temos a consciência de que quando nasce um filho com ele também nasce uma mãe, quantas incertezas, quantos medos a superar, temos que nos fazer fortes mesmo em momentos que queremos desmoronar.

Cuidar, suprir as necessidades, querer fornecer o melhor que nossas condições permitem: saúde, educação, segurança, amor, carinho, etc… As mães de crianças pequenas as vezes pensam que quando os filhos crescerem a preocupação irá diminuir, doce engano, pois lá vem o ditado dizendo: “Que filho criado é trabalho dobrado”. As mães de adolescentes que o digam, pois começa outra fase: namoro, vestibular, escolher a profissão, sair sozinho, tipos de amigos, balada e assim a lista infinita continua até o findar da vida, pois mesmo adultos as mães continuam se preocupando e cuidando.

Entretanto, o que muitas de nós não sabemos é o quanto o papel materno é importante na vida da criança, principalmente na primeira infância. É sobre isso que o pediatra e psicanalista inglês, WINNICOTT diz quando desenvolveu sua psicanálise com base nas relações familiares, mais especificamente entre a criança e a figura materna que inicialmente é o ambiente que se faz necessário para o seu desenvolvimento.

Ele relata que é a adaptação inicial da mãe com as necessidades da criança, que cria uma capacidade de dar significado a vida e proporciona ao bebê um sentido de vida psíquica. Para que se possa chegar ao desenvolvimento completo é necessário um ambiente agradável e, daí, surge o conceito winnicottiano de “good enough mother” (mãe suficientemente boa). Não é uma mãe perfeita, porque essa não existe, mas é a mãe que sabe a hora certa de suprir ou não as necessidades do bebê. Em seu estudo ele diz que se não for ofertado o convívio afetivo familiar, nem estímulos capazes de promover afetividade com a mãe, a criança pode no futuro apresentar dificuldade no aprendizado e até uma defasagem cognitiva, logo, não temos como desassociar o desenvolvimento afetivo e o desenvolvimento cognitivo de uma aprendizagem plena e significativa.

Com base nesses relatos percebemos o quão importante é o papel da mãe no desenvolvimento dos filhos e que, apesar de passar por uma grande montanha russa de emoções durante essa jornada, o melhor é saber que vale a pena cada minuto, pois o amor supera tudo!

Professora Katia Cristina Silva
Licenciada em pedagogia
Pós-graduanda em Psicopedagogia Clínica e Institucional

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